ANTONIO MEUCCI
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NÁDIA RAUPP MEUCCI
o verdadeiro inventor do telefone
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para o site também, por favor

selo em comemoração ao
centenário
foto de Antonio Meucci em New York em 1887
de Antonio Meucci
captada no site
www.garibaldimeuccimuseum.org
lançado em Roma em 1989

BAIRRO DOS INVENTORES - ROMA - ITÁLIA
(foto de NÁDIA RAUPP MEUCCI - outubro 1996 em Roma)
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Finalmente ANTONIO MEUCCI foi
reconhecido pelo
CONGRESSO AMERICANO como o verdadeiro INVENTOR DO TELEFONE
através da Resolução 269
que corrige uma inustiça 113 anos depois da morte do inventor italiano que foi
imigrante em New York.
http://www.dickran.net:80/history/meucci_congress_resolution.html
Veja mais:
http://www.guardian.co.uk/international/story/0,3604,738675,00.html#article_continue
http://inventors.about.com:80/gi/dynamic/offsite.htm?site=http://garibaldimeuccimuseum.org/antoniomeucci.html
http://enciclopedia.us.es/index.php/Antonio_Meucci
http://www.cienciaviva.pt/projectos/inventions2003/eca.asp
http://www.museudotelefone.org.br:80/meucci.htm
http://www.garibaldimeuccimuseum.org/
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A RESOLUÇÃO n. 269 na íntegra:
107th CONGRESS
1st session
H. RES. 269
Expressing the sense of the House of
Representatives to honor the life and achievements of 19th Century
Italian-American inventor Antonio Meucci, and his work in the
invention of the telephone.
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IN THE HOUSE OF REPRESENTATIVES
Mr. FOSSELLA
submitted the following resolution; which
was referred to the Committee on
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RESOLUTION
Expressing the sense of the House of Representatives to honor the life and achievements of 19th Century Italian-American inventor Antonio Meucci, and his work in the invention of the telephone.
Whereas Antonio Meucci, the great Italian inventor, had a career that was both extraordinary and tragic;
Whereas upon immigrating to New York, Meucci continued to work with ceaseless vigor on a project he had begun in Havana, Cuba, an invention he later called the 'teletrofono',involving electronic communications;
2
Whereas Meucci set up a rudimentary communication link in his Staten Island home that connected the basement with the first floor, and later, when his wife began to suffer from crippling arthritis, he created a permanent link between his lab and his wife’s second floor bedroom;
Whereas, having exhausted most of his life’s savings in pur-suing his work, Meucci was unable to commercialize his invention, though he demonstrated his invention in 1860 and had a description of it published in New York’s Italian language newspaper;
Whereas Meucci never learned English well enough to navigate the complex American business community;
Whereas Meucci was unable to raise sufficient funds to pay his way through the patent application process, and thus had to settle for a caveat, a one year renewable notice of an impending patent, which was first filed on December 28, 1871;
Whereas Meucci later learned that the Western Union affil-iate laboratory reportedly lost his working models, and Meucci, who at this point was living on public assistance, was unable to renew the caveat after 1874;
Whereas in March 1876, Alexander Graham Bell, who conducted experiments in the same laboratory where Meucci’s materials had been stored, was granted a patent and was thereafter credited with inventing the telephone;
Whereas on January 13, 1887, the Government of the United States moved to annul the patent issued to Bell on the grounds of fraud and misrepresentation, a case that the Supreme Court found viable and remanded for trial;
3
Whereas Meucci died in October 1889, the Bell patent ex-pired in January 1893, and the case was discontinued as moot without ever reaching the underlying issue of the true inventor of the telephone entitled to the patent; and
Whereas if Meucci had been able to pay the $10 fee to main-tain the caveat after 1874, no patent could have been issued to Bell: Now, therefore, be it Resolved, That it is the sense of the House of Representatives that the life and achievements of Antonio Meucci should be recognized, and his work in the invention of the telephone should be acknowledged.
September 25, 2001
(10:41 AM)
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http://www.dickran.net:80/history/meucci_congress_resolution.html
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LER E SABER : Enciclopédia Juvenil/tradução de Jacob Penteado. São Paulo, Lisa, 1972. p.19-21.
''A História do Telefone
A história do telefone começou com uma grande complicação. Em fevereiro de 1876, o senhor Grahamm Bell depositou, na Seção de Patentes de Washington, a descrição e os desenhos de um aparelho eletromagnético que permitia a duas pessoas falarem e ouvirem-se a grande distância. Algumas horas depois dele, apresentou-se à mesma seção, o senhor Lisha Gray, que consignou a descrição e os desenhos de um aparelho idêntico ao de Bell. A coincidência era muito estranha para não se pensar que um tinha furtado a idéia do outro. E como ambos afirmavam que a invenção era fruto do seu próprio engenho, o caso foi parar nos tribunais.
Aquele pequeno aparelho não era coisa banal: a idéia valia vários milhões de dólares. Realmente, se o telégrafo já estava difundido e, como ele, os sistemas para comunicação à distanciam já tinham dado um grande passo a frente, o telefone constituía uma novidade de enorme importância, porque permitiria comunicações imediatas e diretas entre os habitantes e os escritórios de uma mesma cidade. Gray acusou Bell de fraude; no tribunal,Bell jurou que a idéia era sua e acreditaram nele. Foi constituída uma poderosa sociedade para a exploração da patente: a Bell's Telephone. Mas, durante o processo, que se arrastou por 8 anos, alguns italianos intervieram na pendência, sustentando que o telefone nascera muitos anos antes, graças a um pobre imigrante italiano: AntonioMeucci. Assim, tanto Bell como Gray teriam-no conhecido e, talvez, apenas aproveitado a idéia do inventor.
Mas quem era Antonio Meucci? Nascido em Florença, em 13 de abril de 1808, foi, a princípio, empregado na alfândega e depois, maquinista teatral. Meucci era um patriota que, pelas suas idéias liberais, ficou na mira da polícia do Grão-Ducado da Toscana. Tee que fugir para a América, seguido pela esposa, Éster Mochi. Na ilha de Cuba, encontrou serviço, como maquinista-chefe, num grande teatro da capital.
Oito anos depois estava em Nova York, onde viviam muitos italianos. Para viver, Meucci fez um pouco de tudo e, afinal, instalou uma fábrica de velas. Nesse ínterim, tivera a idéia do telefone e dedicava tempo e dinheiro às numerosas tentativas para realiza-la. O dinheiro não era muito e, freqüentemente, para adquirir o material necessário para as experiências, recorria aos pequenos empréstimos do amigo Bandelari, que o auxiliava nas pesquisas.
Em 1857, Meucci conseguiu, finalmente, fabricar um aparelho que funcionava de maneira satisfatória; estudara com enorme empenho durante cinco anos, mantendo-se em dia comtodas as novas descobertas no campo das correntes elétricas; provara e tornara a provar o aparelho, superando todos os obstáculos. Houve uma tentativa de constituir uma sociedade para explorar a invenção, mas os capitais, que deviam ser inteiramente italianos, alcançaram uma quantia irrisória. Os patrícios emigrados ou eram gente pobre ou não tinham muita confiança na iniciativa.
Meucci já depositara na Seção de Patentes de Washington uma descrição do aparelho, acompanhada do desenho, feito por um amigo, o pinto Corradi. Mas, depois, tudo lhe aconteceu de errado. Teve que fechar sua fabriquinha e tentar em vão outras atividades, ficando porém reduzido à miséria. Todavia, continuou a aperfeiçoar o telefone e aborrecia-se porque não podia sozinho, realizar provas a grandes distâncias. Dirigiu-se então ao Diretor da Western Telegraph Company. A princípio, recebeu promessas e encorajamentos mas, depois, tudo cessou. E até, ao solicitar a devouloção dos dsenhos, responderam-lhe que não mais se achavam ali. Teriam sido perdidos realmente ou alguém deles se apoderara com a intenção de estuda-los e torna-los seus? Nunca se soube ao certo.
Para cúmulo do azar, em 1871, quando trabalhava perto de uma caldeira, ficou ferido. E aí veio a miséria extrema: Ester, sua pobre mulher, vendeu também os aparelhos em que Meucci se exercitava.
Em 1876, como dissemos, surgiram Bell e Gray e seu telefone foi apresentado na Exposição de Filadélfia. Tratava-se de um rudimentar aparelho, onde o órgão receptor podia ser confundido com o órgão transmissor. Contudo, o aparelho triunfou e Graham Bell recebeu até os cumprimentos do Imperador D. Pedro II do Brasil, que muito o encorajou. Mas, alguns anos depois, o inventor foi acusado de falso juramento e fraude. A acusação provocou forte clamor, acenderam-se polêmicas. O presidente dos Estados Unidos mandou abrir inquérito, descobrindo-se que a Western Telegraph, à qual Meucci entregara seus desenhos, participava dos dividendos de Bell e de sua companhia. Afinal, a Corte Suprema declarou que cabia a Meucci a prioridade da invenção do telefone. Mas todos os direitos de exploração ficariam com Bell, porque o pobre Meucci não havia encontrado a quantia suficiente para pagar a taxa de renovação e já fazia dez anos que sua patente caducara.
O infeliz inventor, velho e doente, vivia na casinha onde tantos anos estivera hospedado Giuseppe Garibaldi. Um alemão de bom coração, um tal Bachmann, comprara-a e quisera que Meucci ali pudesse terminar seus dias em paz.
O telefone difundiu-se rapidamente pelo mundo todo. Cientista e técnicos como Hughes e Edison, inventor do microfone e muitos outros aparelhos, aperfeiçoaram-no e nos dias de hoje, o telefone se tornou indispensável companheiro de nossa vida diária.''
VILLA, Deliso. Storia dimenticata. Porto Alegre, Sagra-Luzzatto, l993. p.190-1.
''A PEQUENA GRANDE INVENÇÃO FEITA POR UM POBRE IMIGRANTE
A história do telefone merece ser narrada. Está inserida num período de extraordinárias invenções que mudaram a nossa vida. É uma descoberta legada à imigração e não a colocar em relevo de modo significativo a sua vulnerabilidade.
Antonio Meucci era uma anárquico florentino que havia se refugiado em Havana após os motins de 1831. Era chefe dos mecânicos no ''Tacon Opera House''. Ali, ele teve a idéia de um aparelho que lhe permitisse comunicar rapidamente com os funcionários que estavam sob suas ordens, dizendo quando fariam a montagem e desmontagem das cenas: na prática uma parelho para transmitir à distância a própria voz.
O teatro foi destruído por um incêndio e Meucci transferiu-se então para os Estados Unidos. Vivia pobremente fabricando velas (na sua pequena fábrica trabalhou durantes três anos com Garibaldi) e enquanto isso, aperfeiçoava seu projeto. Em 1857, finalmente conseguiu falar desde sua fábrica com a sua residência, graças a uma linha telefônica verdadeira e própria. Nascia o telefone.
Meucci não tinha meios para patentear sua esplêndida invenção. Só conseguiu em 1871, mas não teve condições de renovar o pagamento da taxa. Depois de cinco anos, a ptente caducou.
Em 1876, um certo Graham Bell, entendido em problemas de comunicação vocal, apresentou no Escritório de Patentes, um projeto de aparelho telefônico. Duas horas depois, no mesmo Escritório, apresentou-se o professor Elisham Gray, um físico, com outro projeto telefônico. Fou uma encenação, não só porque os dois projetos eram possivelmente iguais, mas sobretudo porque eram estranhamente semelhantes aos do projeto de Meucci, agora não mais válido.
Gray constestou Bell, processando-º Bell desfrutou com grande habilidade a invenção e fundou uma sociedade, a ''Bell Telephon Company'' que, em pouco tempo, se tornou uma das maiores sociedades dos Estados Unidos.
O clamor suscitado pelo processo, mobilizou um grupo de imigrantes italianos que queriam que fosse reconhecido em Meucci, o mérito da invenção. Mas também esses era pobres e não tinha condições de enfrentar as despesas de um processo.
Foram dois americanos que tomara a iniciativa: acusaram Bell, não tanto por haver ''roubado'' a invenção do italiano, mas por ''ter conscientemente jurado falso'' ao escritório de Patentes, afirmando que a invenção era sua. Era um acontecimento clamoroso, porque o sistema americano aceita com notável tolerância o roubo, mas considera gravíssimo a falsidade nos atos públicos.
O eco da denúncia foi então enorme. Interveio também o Governo, mas a sociedade de Bell já era então muito potente, obrigando o Presidente dos estados Unidos a suspender o inquérito.
Mas enfim, o acontecimento tornou-se político; estava em jogo o respeito das regras democráticas, isto é, a igualdade dos cidadãos perante a Lei, forte ou fraco que fosse.
O inquérito foi retomado. Descobriu-se que Meucci, em 1871, com os desenhos no bolso, apresentou-se a uma sociedade, a Western Tekegraph Company, que tinha dito estar interessada no invento, mas depois não deu mais satisfação. Os desenhos não foram mais restituídos, alegando que tinha sido perdidos...Meucci, ingênuo, resignou-se. Não se resignou, ao contrário, a Suprema Corte dos Estados Unidos, que representava o processo. Descobriu-se que a firma Bell, pagava grande soma à Western Telegraph Company, pelo aproveitamento dos desenhos de Meucci, os mesmo que tinham sido perdidos...
Brevemente, a Suprema Corte reconhece, em 1886, o direito da invenção, ao italiano. A invenção era sua: o ''Telefone Bell'' deveria ser chamado de ''Telefone Meucci. A Bell. Além disso, foi condenada a pagar ao italiano um modesto valor.
Foi uma vitória de princípios, sem conseqüência prática, pois a patente de Meucci não era mais válida e Bell ficou livre para desfrutar comercialmente a invenção. Bell ficou muito rico; Meucci resultou escandalosamente pobre. Não tinha nem mesmo dinheiro para pagar o aluguel.
Foi seu senhorio que teve piedade. Aquele velho octogenário, com uma comprida barba branca e aspecto patriarcal, que não suportava sua desventura sem reagir porque não tinha meios para faze-lo, era verdadeiramente a imagem da injustiça.
O senhorio renunciou a pedir o dinheiro do aluguel. No fim, doou a casa a um comitê de imigrantes italianos, na condição de que o velho inventor vivesse tranqüilamente seus últimos dias. O prédio foi depois transformado em Museu, para recordar o gênio desafortunado.
Essa aventura de um emigrado que poderia ter sido milionário em dólares, morreu ao invés disso, na miséria, provavelmente vítima do primeiro e mais clamoroso caso de espionagem industrial da história.''
INFORME ECONÔMICO por Lurdete Ertel/Jornal Zero Hora, Porto Alegre, 14 de outubro de 2000. p.16.
''Mais uma prte da história está prestes a ser reescrita. Provas cruciais recentemente escavadas reconhecem que o inventor do telefone foi Antonio Meucci e não o consagrado Alexander Graham Bell. Segundo estudos, Meucci definiu pela primeira vez em 1849, os princípios básicos do que mais tarde se chamaria ''teletrófono''. A pioneira transmissão da voz humana através de impulso elétrico por cabo teria sido feita no Teatro Tacon, atual sede da Ópera de Havan, onde o inventor trabalhou como engenheiro-chefe.
As provas finais, afirma os estudiosos, estão compiladas nos autos de uma ação judicial em 1887 pelo governo dos EUA contra a Companhia Bell e Graham Bell, acusados de distorção para obter as patentes do telefone. Na época, a empresa conseguiu suspender o julgamento.''
ANTONIO MEUCCI
Links
(existem centenas de sites sobre a história de Antonio Meucci que podem ser pesquisados que podem ser acessados no último link, abaixo destes. Escolhi alguns sites que estão linkados abaixo).
HEARING THROUGH WIRES: The Physiophony of ANTONIO MEUCCI by Gerry Vassilatos : ARRIVALS
http://www.borderlands.com/newstuff/research/hearing.htm
GARIBALDI-MEUCCI Museum
http://www.nyc-arts.org/nyc-arts/name/name_by_borough/staten/garibaldi.html
HEARING THROUGH WIRES: The Physiophony of ANTONIO MEUCCI
http://www.borderlands.com/newstuff/research/hearing.htm
Antonio Meucci
http://www.italianhistorical.org/MeucciStory.htm
Antonio Meucci in Cuba
http://www.mercurians.org/may99/meucci.html
Antonio Meucci - Firenze 1808 - Long Island (Stati Uniti) 1889
http://galileo.imss.firenze.it/milleanni/cronologia/biografie/meucci.html
Museo Storico Virtuale dll'Aei - Sala Antonio Meucci
http://www.aei.it/museo/mam_inde.htm
The Garibaldi Giuseppe museum on Staten Island, New York
http://wvwv.essortment.com/guiseppegariba_obg.htm
VER MAIS LINKS EM :
Pesquisa sobre Antonio Meucci direto no YAHOO
http://google.yahoo.com/bin/query?p=antonio+meucci&hc=0&hs=0
VER TAMBÉM
A INVENÇÃO DO TELEFONE em:
ENCYCLOPÉDIA BRITANNICA. Chicago, l064.
Volume 21 - páginas 892-903.